quinta-feira, 24 de março de 2011

Conferência de 7 de Abril

E como o projecto não acaba por aqui, ainda preparámos uma Conferência:



“Pode a justiça ser injusta?”


9:30 Abertura da Conferência

Dr.ª Natalina Rosa e Marina Augusto (12º C)

9:50 Dr. António Cluny (Advogado)

10:10 Dr.ª Teresa Espírito Santo (presidente da CPCJ)

10:30 Dr. António Martins (Juiz desembargador, presidente da ASJP)

10:50-11:15    Intervalo

11:15 Prof. Carlos Poiares (Psicólogo criminal)

11:35 Drª Rafaela Gomes (presidente da Assoc. pais)

11:55 Chefe da polícia – Escola Segura

12.05 Dr. Rui Rangel (Advogado)

12:25  Drª Raquel Maltez (autora do livro " A justiça trocada por miúdos")

12:45 Dr. Rui Mendes (Encerramento pelo responsável do projecto “Faça-se Justiça”)

 Sala 314 !
Aparece e completa connosco este projecto ! 

Ida ao Tribunal ! ! !


Depois de um longo trabalho...

...Com a ajuda dos nossos advogados tutores Drª Inês Mendes e Drº João Ochôa 
....Dos Agentes da Psp Escola Segura


E claro da Professora Isabel Morgado

A Turma do 12º C, reuniu-se no dia 21 de Março de 2011 no Palácio da Justiça 

Para dar vida a um julgamento por nós encenado 

Em que o nosso réu, João Vieira foi ouvido por uma verdadeira juíza 

E inquirido pelos nossos Advogados de Acusação e Magistrados do Ministério Publico  
E defendido pelos seus Advogados de Defesa
Foram também ouvidos o nosso rol de testemunhas
..
Recebidos pelo Funcionário de Justiça Aprendiz



Com direito a uma conceituada equipa fotográfica
E incansável equipa de filmagem
Com uma maravilhosa plateia 

 
Que desde já deixamos um grande Obrigado
 Tanto a Drª Inês Mendes, Agentes da Escola Segura, profs Isabel Morgado e Alberto Delgado e também aos pais que assistiram !

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Tribunal de Porta Aberta

Os tribunais e os juízes portugueses têm uma função crucial, na defesa do direito e da justiça, na tutela do cumprimento  da Constituição e da lei, na afirmação dos princípios básicos do relacionamento humano e social, na regulação das relaçoes entre os cidadãos e entre estes e o Estado e, também, na fundamental garantia dos direitos humanos e fundamentais.
[...]

Foi a consciência desse deveres que levou os juízes a aprovarem, em 2008,o documento "Compromisso Ético dos Juízes Portugueses - Princípios par  Qualidade e Responsabilidade" que condensa os princípios da ética judicial nos seguites atributos: INDEPENDÊNCIA, IMPARCIALIDADE, INTEGRIDADE, HUMANISMO, DILIGÊNCIA E RESERVA.


[...]
No artgº 10 da Declaração Universal dos Direitos do Homem e no artgº 6 da Convenção Europeia dos Direitos Humanos é estabelecido que todas as pessoas têmo  Direito e igualdde em que a sua causa se torne equitatitiva e publicamente julgada com umprazo razoável por um tribunal independente e imparcial.
[...]
O conjunto de dias de comunicação e diálogo que agora se constituí é motivado por umaforte vontade de demonstrar, com a necessária clareza e transparência, o que são efectivamente os tribunais e o trabalho dos juízes por dentro,esclarecendo, também, o que se encontra em causa para a justiça portuguesa neste momento e quais têm sido as propostas lançadas e construídas pelos juízes neste domínio.

A marca universal do dia 10 de Dezembro em torno dos direitos humanos, por outro lado, justifica bem a iniciativa de consagrar esta mesma data como o Dia Nacional da Justiça, começando-se uma campanha de assinaturas de uma petiçãoque terá essa finalidade.

Iniciativas a desenvolver par 21 de Janeiro:

Hastear da bandeira nacional nos edifícios dos tribunais como acto simbólico

Campanha de subscrição de apetição pública "instituir o dia 10 de Dezembro como dia Nacional da Justiça"

Organização de visitas escolares - "Vem conhecer o que é um tribubal" - aos tribunais e "sessões de esclarecimento e debate" com associações ou instituições locais representativas da comunidade e dos cidadãos

Visita de turmas universitárias dos cursos de direito (ou outros relevantes) - aula teórica-prática

"Diálogo e comunicação: comunidade judicial e cidadania": encontro informal entre os participantes associados e opiniões pelas opinioes suscitadas pelo tema

"Tribunal em directo": emissão de programas ou de vários media, a partir de instalações de tribunais ou instituições judiciárias/forenses.


"Os tribunais são os órgãos de soberania com competência para administrar a justiça em nome do povo"


Textos retirados do folhetim fornecido no Campus Justiça, acerca do Tribunal de Porta Aberta

Mais informação em:


sábado, 11 de dezembro de 2010

Sessão com a Escola Segura



Nos dias 7 e 10 de Dezembro tivemos o privilégio de receber a Escola Segura representada por dois agentes, que nos explicaram todo o processo da queixa, ou seja a noticia do crime. Aprendemos que, uma vez noticiada é impossível impedi-la de chegar ao Ministério Público, mesmo que a queixosa/o não queira que o arguido seja punida/o.


 Por conseguinte fizemos uma queixa formal do caso, para termos uma noção mais aprofundada da realidade do processo.

  

A Visita da Nossa Adovogada-Tutora


No dia 26 de Novembro tivemos a honra de receber a nossa advoga tutora, a Drª Inês Mendes, da Abreu Advogados e o seu colega Drº João Octoa, que nos esclareceram pacientemente as fases do processo penal e todas as suas características, explicando ainda o papel que cada um deveria assumir em tribunal.

Fica aqui então algumas ideias do que aprendemos:

1º Queixa > enviada para o Ministério Público, onde a polícia por sua vez irá recolher a prova (delegação genérica)

2º Inquérito > fase de investigação 

3º Despacho de Acusação
  • O acusado não é obrigado a denunciar-se, logo pode omitir e não falar obrigatoriamente a verdade, não sendo por isso penalizado.
  • Enquanto que as testemunhas, que fazem parte do meio para chegar a verdade, não podem mentir, pois se assim o fizerem serão punidos sob o crime de prestação de falsas declarações, então:

PROCESSO A - a Testemunha mente  >>> tribunal detecta  e denuncia >>> abertura do PROCESSO B para a Testemunha que prestou declarações falsas
  • O arguido é sempre assistente. 
  • A Punição serve para integrar o arguido na comunidade, e caso não se arrependa a punição poderá vir a ser maior, pois significa que não se quer reintegrar. 
  • Quando o Ministério Público não vê matéria crime no caso faz-se o Despacho de Arquivamento.
Seguidamente, a queixosa (ou até mesmo o arguido) pode reabrir o processo, 20 dias depois.

A Instrução serve para chegar a uma conclusão mais especifica/ concreta (género de 2º inquérito mais aprofundado).
  • No Julgamento a prova é toda repetida.
 O Juiz inquiri primeiro as Testemunhas, depois os Advogados de Acusação e por fim os Advogados de Defesa
  • Se não houver presos o tempo de espera é de oito meses, caso haja será de seis meses.
  • Só na sentença é que o arguido poderá ser considerado culpado. 
 Até lá, o estatuto de arguido só lhe confere uma série de direitos para se defender, podendo assim responder em tribunal e ter acesso ao processo.
 Então, podemos constituir-nos arguidos apenas para uma melhor defesa e acesso ao processo, e não para nos culpabilizarmos.  

A Polícia é obrigada a constituir arguido as testemunhas se verificarem que nãoo respondem sob a verdade no interrogatório. 

domingo, 17 de outubro de 2010

A Nossa Professora e Orientadora


Isabel Salema Morgado, 46 anos
Professora na Escola Secundária de Dona Luísa de Gusmão e investigadora no ISCSP (Lisboa)


“Tenho leccionado nos últimos anos as disciplinas de Filosofia, Psicologia, Psicopatologia, Cidadania e Mundo Actual e Língua, Cultura e Comunicação.
A directora da minha Escola achou que eu e uma outra colega, Isabel Dionísio, poderíamos ter interesse em desenvolver este projecto e incentivou-nos a analisar o programa ‘Faça-se Justiça'. Tinha razão. O projecto faz todo o sentido para pessoas que, tal como eu, consideram que umas das faltas do ensino secundário e universitário em Portugal é a ausência de clubes de debate, assim bem como de actividades de simulação de modelos de organizações internacionais que permitam aos indivíduos desenvolverem técnicas de argumentação e retórica através da aprendizagem de formas de apresentação pública de ideias.”  

                                                                                                                                           

                                                                (Texto retirado do Fórum de Estudantes - Os   professores que vão fazer justiça)

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Distribuição das Personagens

Este caso permitiu-nos uma diversidade personagens, das quais são vários os alunos a caracterizá-las, como podemos ver na designação dos alunos a negrito:
PERSONAGENS:
  • João - 17 anos, 11º A : Ionut
  • Pais do João, António : Jorge ; Teresa : Andreia Lima
  • Irmãos de João, Alexandre de 19 anos: Diogo ; Bárbara de 23 anos: Marina
  • Maria - 17 anos, 11º C: Catarina
  • Pais da Maria, Duarte: Diogo ; Filomena: Blanka
  • Irmã de Maria, Isabel com 11 anos
  • Joana, 17 anos, ex-namorada de João: Margarida
  • Ana, 17 anos, antiga amiga de Joana:  
  • Colegas de João: Tobias: Jorge ; Francisco: Rui
  • Patrícia, melhor amiga de Maria: Cátia
  • Bernardo de 20 anos, irmão de Patrícia: Rui
  • Directora de Turma - Albertina Delgado: Blanka
  • Médica de Medicina Legal- Beatriz Andrade: Anicha